terça-feira, 8 de setembro de 2009

DESCRIÇÃO DE OBJETO

Um objeto misterioso

Este objeto que agora descrevemos é um importante meio de comunicação, muito útil no cotidiano das pessoas, principalmente para aquelas que são muito ocupadas.Geralmente pode ser carregado na mão, no bolso da roupa, em bolsas ou pode ficar sobre a mesa no seu local de trabalho ou em casa.
Ele é apresentado de várias formas, conforme o gosto da pessoa.Seu formato se parece com uma caixinha de música, podendo ser quadrado ou retangular; é um aparelho eletrônico constituído de plástico e aço, de cores variadas, composto se teclas com números e letras coloridas.Ao ser manuseado acende uma luz, muitos deles podem fotografar, filmar ou servir como televisão.
Sua utilidade é fantástica,pois serve para falar e ouvir as pessoas, receber e transmitir informações,ouvir músicas, ler mensagens e até visualizar pessoas distantes, além de tudo isso é utilizado como passatempo nos momentos de diversão e lazer.

DESCRIÇÃO PAISAGEM URBANA

GESTAR II-LINGUA PORTUGUESA

Aluna:Maria Evenilda

Atividade desenvolvida em 12/08/09 TP3 Unidade 11 Tipos textuais


Quanto vale o progresso


Sentado numa praça,próximo a indústria em que trabalho,pode-se observar,todas as tardes,uma das avenidas mais movimentadas de Pequim.
O crepúsculo não pode ser admirado pela população,pois a poluição,mais do que nunca,domina o ambiente.As árvores tem sua beleza ofuscada pela fumaça que invade o ambiente,deixando a paisagem totalmente acinzentada e sem brilho.
As pessoas num movimento de vai-e-vem,a pé ou com suas inúmeras bicicletas cheias de bolsas e sacolas ,expressam através do olhar distante e triste a saudade que sentem de conviver com a natureza, como fizeram seus antepassados,sem tantas indústrias e chaminés tirando-lhes o direito de respirar ar puro.
Ao contemplar essa cena,onde adultos e crianças caminham apressadamente em todas as direções,numa avenida que é puro progresso,nota-se claramente,na fisionomia das pessoas o preço que se paga por ele.

DESCRIÇÃO DE PESSOA

DESCRIÇÃO DE PESSOA - VARIAÇÃO 2
GRUPO
Edileuza de Souza - Hezequias Carvalho - Francisca Dernete


Ronaldo “O Fenômeno”
Na década de 90 surgiu para o Brasil e o mundo um dos maiores jogadores de futebol da história.
Ronaldo Luís Nazário, conhecido como Ronaldo o “Fenômeno”, iniciou sua carreira profissional como jogador de futebol no Cruzeiro de Minas Gerais. Na época, tinha 17 anos, era um garoto franzino, caneludo, desnutrido, moreno e cabelos crespos. Vindo de família pobre, o que mais chamava a atenção era a boca dentuça.
Ronaldo era cheio de garra e vigor. Se destacou pela sua habilidade em campo, tornou-se o terror dos adversários pelas suas jogadas geniais que resultavam em gols.
O tempo passou, e o “Fenômeno” jogou pelos principais times da Europa, participou de quatro copas do mundo, foi campeão mundial em 94 e 2002 jogando pela Seleção Brasileira.
Ficou afastado dos gramados por problemas físicos durante vários meses. Depois da sua recuperação, Ronaldo volta a jogar, desta vez pelo Corinthians. Apesar de jogar bem, Ronaldo está gordo, velho e não tem mais a mesma disposição de antes.
O “fenômeno” está mesmo chegando ao fim da sua carreira como jogador, mesmo assim, continua levando alegria à torcida corinthiana.

DESCRIÇÃO DE PAISAGEM RURAL

Cursistas:
Ana Falcão
Aline
Rubia Novakoski




Equilíbrio e paz
Uma pequena chácara situada próximo ao pantanal, de um verde exuberante, num terreno inclinado, rodeado por montanhas, muitas árvores ao redor.
Olhando de sua janela da para ver um lago, a visão vai ate aonde a vista alcança, ao fundo uma montanha, rodeada de árvores verdinhas e pastos.
Em sua parte mais baixa, vê –se uma casa toda branca com janelas e portas azuis, o vitral branco com cortinas de renda e telhado envelhecido em cima uma chaminé, na frente um jardim, no interior do jardim cadeira e mesas brancas trabalhadas, varias espécies de plantas floridas, para chegar no 2ª jardim uma escada de acesso ao lago com uma pequena queda de água, rodeado de grama e uma porteira de madeira envelhecida.
Estar neste lugar, respirando ar puro dá uma sensação de tranqüilidade e paz. Aqui vive se em perfeita harmonia, homem e natureza, ouvindo a melodia dos pássaros e o florescer da natureza.

CARTAZES: ESTUDO SEQUÊNCIA TIPOLÓGICA


TERCEIRO ENCONTRO

DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO
PROGRAMA DA APRENDIZAGEM ESCOLAR - GESTAR II - LÍNGUA PORTUGUESA


RELATÓRIO III– Terceiro Encontro

Assunto: Gestar II
Rede Estadual: Unidade Regional de Educação de Açailândia/MA - UREA
Turma: única
Município: Açailândia – MA
Encontro: 12/08/2009 8 horas de estudos
Formadora: Elaine Beatriz Rocha Queiroz Gomes


Iniciamos esse dia de estudo com a leitura compartilhada do texto “As tarefas da Educação” de Rubem Alves e do relatório referente ao encontro anterior elaborado pela professora cursista Edileuza. O primeiro texto permitiu excelentes comentários relativos ao papel de cada segmento na “Educação” para que realmente os sonhos e necessidades se transformem em realidade e o segundo texto faz a retrospectiva das ações realizadas anteriormente.

Socializamos os relatórios dos professores referentes a aplicação das três oficinas propostas, para serem aplicadas em sala de aula: Biografia, Uma oficina a escolha da unidade 09 e outra da unidade 10 do AAA3, após serem trabalhadas e socializadas presencialmente 18 destas oficinas citadas. Excelentes trabalhos foram produzidos pelos cursistas.

Em seguida apresentamos em cartaz uma síntese dos tipos textuais que ficou exposto na sala de estudos, lemos coletivamente o texto “Tipos Textuais” de Maria Luiza Sales Coroa que retomou a ideia de trabalho como aplicação de forças e faculdades humanas para alcançar um determinado fim e que o trabalho com a linguagem deve atingir sempre objetivos sociocomunicativos adequados a cada situação. Além dissso gerou novos posicionamentos em relação às concepções relativas a tipos e gêneros textuais e como se inter-relacionam.

Através de slides em PowerPoint, fizemos estudos coletivos das Sequências tipológicas: descrição e narração e os tipos injuntivo e preditivo, como também das atividades do texto “O drama da geada” (Monteiro Lobato), “Marina, a intangível” (Murilo Rubião),“Fuga”(Graciliano Ramos) e das atividades 8- transformando sequências injuntivas em forma de ordem para forma de pedido e a 11- análise do trecho de uma entrevista (pág. 114 do TP3). Este estudo proporcionou o entendimento porque classificamos os tipos textuais pelo que predomina e a compreensão global do texto para identificarmos as pistas gramaticais que justificam uma classificação tipológica. Um texto apenas descritivo ou apenas narrativo é muito difícil, os tipos costumam aparecer de forma mesclada. Os tipos injuntivo e preditivo não eram conhecidos pela turma de educadores, mas de fácil entendimento, considerando o uso dos mesmos em nosso cotidiano e o material bastante rico e esclarecedor do TP3.

Divididos em sete grupos, os professores cursistas produziram textos predominantementes descritivos a partir de imagens vinculadas aos seguintes tipos de descrição: de pessoas (Gisele Bunchen e Ronaldo o fenômeno) de objetos (celular e relógio) de ambiente (interior), de paisagem (urbana e rural). Em seguida os textos foram lidos por um representante de cada grupo, sendo assim socializados e discutidos.

Através do texto “Cão”, da página 117 do TP3, colocado em PowerPoint, caracterizamos o tipo dissertativo e sua subclassificação: tipo expositivo e tipo argumentativo.

Como formadora discordei totalmente quando na página 146 do TP3 diz que: “Os minutos finais de uma aula, em que os exercícios já terminaram, podem ser usados, por exemplo, na leitura em voz alta de alguma poema.” Aprendi com o advento dos PCNs e o material do Pró-letramento que a leitura compartilhada literária e de qualidade deve ser realizada no início da aula, (ou ter um momento planejado para desenvolver essa habilidade ler e ouvir, falar e escrever) e ser valorizada pelos alunos. No final parece que a leitura só vai acontecer por não ter outra atividade, podendo o aluno subentender que a leitura é só para quando não tem nada mais nada importante para fazer.

Para compreender “A inter-relação entre gêneros e tipos textuais”, a cursista Eulália Dias do Norte fez leitura e comentamos mais este texto de Maria Luiza Coroa, além de realizarmos oralmente as oficinas propostas nesta unidade 12, envolvendo os textos “Cidadezinha qualquer” – poema descritivo e “Quadrilha”- poema narrativo de Carlos Drummond, “Iracema” - narrativa que predomina a descrição e “A parasita azul”- narrativa com descrição sucinta; de José de Alencar e Machado de Assis respectivamente.

Enriquecedora foi a análise coletiva, do quadro referente ao cartão postal e carta comercial encaminhados pela Marisa para os colegas. Os intelocutores eram os mesmos porém a carta comercial atende a exigência formal e não pode ser redigida de maneira informal usando gírias, marcas de intimidade inadequada para a situação sociocomunicativa. A diferença nas duas escritas mostra situações sociocomunicativas bem distintas. A análise permitiu percebermos mais uma vez que nem todos os tipos se realizam em todos os gêneros, e nenhum gênero realiza apenas um tipo textual. Além disso pudemos observar que a sequência argumentativa na carta está intercalada por por uma sequência narrativa e por uma seqüência expositiva.

Concluímos entendendo que um gênero é composto por várias sequências tipológicas diferentes, e as diversificadas sequências tipológicas que compõem um gênero também podem ser muito heterogêneas, mas estão sempre muito interligadas, mescladas, pois se prestam à finalidade da realização desse gênero.

Assistimos ao vídeo - youtube da bombril onde apresenta uma síntese das suas propagandas utilizando da intertextualidade: monalisa, he-man, Che-Guevara e outros. Ainda analisamos a intertextualidade na imagem do texto publicitário da Chevrolet que num contexto religioso prega a inevitalidade da morte / “Do pó vieste e ao pó voltarás” Principalmente se fores concorrente da S10/ referindo ao homem que veio do barro e as estradas percorridas pela S10 que são de barro, a imagem esclarece a que barro (literal) o texto se refere, mostrando que a S10 permite escapar do pó. Muito inteligente a atividade proporcionada.

Trabalho Pessoal:
Realizar o portfólio conforme orientações postadas no e-mail coletivo.
Inserir no e-mail coletivo os textos descritivos produzidos nos grupos.
Fechar o “projeto final” dos grupos, transformando em um só projeto da turma.









quarta-feira, 2 de setembro de 2009

E AGORA?

E AGORA?
Elaine Beatriz


Quando nasci, um anjo completo
Um certo mineirim
Não era primo do Carlos nem do Chico
Aproximou-se do meu berço e disse:
Levanta Elaine Beatriz!!!!!!
Vai aprender ser sabida nesta vida

E até hoje estou tentando... tennn-taaannn-doo...

E agora?

Agora
A festa nem começou
A atividade aumentou
O tempo fugiu
Alguém desistiu

E agora colegas?
E agora, você?
Colega, você é duro(a)
Vamos estudar, vamos marchar
Vamos correr
Vamos “gestar”
Sem pedras no caminho
Precisamos alcançar novos resultados

Acompanhar este “mundo mundo vasto mundo”
Meu nome, nem este texto dá rima
E com tantas tecnologias, este mundo
Já não e tão vasto assim...

E agora?
Vamos?